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sexta-feira, 25 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Justin Bieber traiu Selena Gomez?
Justin Bieber traiu Selena Gomez?
Segundo o blog ZachTaylor, não há provas se a imagem é recente, mas segundo fontes próximas ao cantor, a foto foi tirada há alguns meses antes do namoro com Selena começar. "Justin e minha amiga Michelle se beijaram por trás do centro Four Seasons Hotel, há alguns meses, enquanto ele estava na cidade para um show", afirmou a fonte ao site. "Eu não me sentia bem sobre divulgar essa foto antes, mas agora acho que chegou a hora de mostrar", completou.
Bom, a dúvida vai ficar entre nós, mas será que Selena Gomez vai perdoar se essa traição for verdade?! Você perdoaria?!
Reciclagem
O conceito de reciclagem serve apenas para os materiais que podem voltar ao estado original e ser transformado novamente em um produto igual em todas as suas características. O conceito de reciclagem é diferente do de reutilização.
O reaproveitamento ou reutilização consiste em transformar um determinado material já beneficiado em outro. Um exemplo claro da diferença entre os dois conceitos, é o reaproveitamento do papel.
O papel chamado de reciclado não é nada parecido com aquele que foi beneficiado pela primeira vez. Este novo papel tem cor diferente, textura diferente e gramatura diferente. Isto acontece devido a não possibilidade de retornar o material utilizado ao seu estado original e sim transformá-lo em uma massa que ao final do processo resulta em um novo material de características diferentes.
Outro exemplo é o vidro. Mesmo que seja "derretido", nunca irá ser feito um outro com as mesmas características tais como cor e dureza, pois na primeira vez em que foi feito, utilizou-se de uma mistura formulada a partir da areia.
Já uma lata de alumínio, por exemplo, pode ser derretida de volta ao estado em que estava antes de ser beneficiada e ser transformada em lata, podendo novamente voltar a ser uma lata com as mesmas características.
A palavra reciclagem ganhou destaque na mídia a partir do final da década de 1980, quando foi constatado que as fontes de petróleo e de outras matérias-primas não renováveis estavam se esgotando rapidamente, e que havia falta de espaço para a disposição de resíduos e de outros dejetos na natureza. A expressão vem do inglês recycle (re = repetir, e cycle = ciclo).
Como disposto acima sobre a diferença entre os conceitos de reciclagem e reaproveitamento,em alguns casos, não é possível reciclar indefinidamente o material. Isso acontece, por exemplo, com o papel, que tem algumas de suas propriedades físicas minimizadas a cada processo de reciclagem, devido ao inevitável encurtamento das fibras de celulose.
Em outros casos, felizmente, isso não acontece. A reciclagem do alumínio, por exemplo, não acarreta em nenhuma perda de suas propriedades físicas, e esse pode, assim, ser reciclado continuamente.
Japão
Já há mais de 26.000 mortos e desaparecidos no sismo e tsunami de 11 de Março no Japão, segundo os últimos dados das autoridades policiais.
De acordo com Agência Nacional de Polícia, citada pela cadeia de televisão japonesa NHK, estão confirmados 9.737 mortos, a maior parte nas províncias de Miyagi (cerca de 5800 mortos), Iwate (3000) e Fukushima (814). O número oficial de desaparecidos neste momento é de 16.501.
A polícia acredita que os números tendem a crescer ainda mais, dado que em muitos casos não terão restado familiares para notificar desaparecimentos. Além disso, na província de Fukushima as operações de busca tiveram de ser suspensas na zona mais próxima da central nuclear danificada pelo tsunami e que está a ser palco do segundo acidente mais grave da história da energia atómica.
O número de vítimas obrigou o país a repensar a forma como trata os mortos. Vários municípios estão a abrir valas comuns, algo impensável para uma nação onde os mortos são, normalmente, cremados e as suas cinzas cuidadosamente colocadas perto de templos. Mas os crematórios não conseguem dar resposta ao elevado número de corpos que recebem. Há falta de querosene e de gelo para preservar as vítimas que perderam a vida no sismo e tsunami.
Esta sexta-feira em Kamaishi, na provincial de Iwate, será realizado um enterro para 150 corpos não identificados numa vala comum. “É uma medida especial, mas não há muito mais que possamos fazer”, comentou Kazuhiko Endo, funcionário do município. “Estes corpos já estão há mais de uma semana nas morgues e não sabemos se ainda poderão ser identificados”, acrescentou.
Apesar de muitas auto-estradas já estarem abertas ao trânsito, a falta de combustível impede muitos de resgatar e transportar os corpos dos seus familiares.
“Ao início íamos cremar as vítimas mas depois começaram a surgir tantas... Queremos enterrá-las rapidamente”, disse Doyu Oheda, um monge a viver na cidade de Higashimatsushima, na província de Miyagi. Ontem, aquela cidade enterrou dezenas de corpos numa vala comum, onde anteriormente ficava uma lixeira, enrolados em cobertores ou dentro de caixões de madeira. Esta vala tem capacidade para mil pessoas mas é temporária. Aqueles que ali foram enterrados estão registados e serão cremados no futuro.
A identificação dos corpos é tarefa difícil. A polícia está a recolher amostras de ADN e a armazená-las para que possam ser identificadas naus tarde.
A cidade de Kesennuma, no Nordeste do Japão, está a estudar os impactos que as valas comuns podem ter nos lençóis freáticos. “Os enterros são tão raros aqui que precisamos de encontrar um local apropriado para os fazer”, comentou Yoshio Osawa, funcionário do município.
Em Unosumai, em Iwate, os ginásios das escolas foram transformados em morgues, onde os corpos são limpos e envolvidos em lençóis brancos e alinhados no chão. Autocarros transportam os familiares de morgue para morgue, à procura dos entes queridos, enquanto escavadoras preparam um terreno por trás de um templo destruído para uma vala comum.
Pode ser difícil mas as autoridades nipónicas precisam garantir que os corpos venham a ser identificados, disse Francis Markus, da delegação em Tóquio da Federação da Cruz Vermelha e Crescente Vermelho. “Os corpos devem ser tratados de uma forma digna e as pessoas devem ter uma oportunidade para identificar os seus entes queridos”, lembrou.
Segundo a polícia japonesa, o sismo e tsunami destruíram 18.000 habitações e danificaram outras 130.000. Cerca de 200.000 pessoas permanecem em abrigos temporários.
Em Fukushima, continua a batalha para controlar a crise nuclear provocada pelo tsunami, que danificou os sistemas de arrefecimento dos seis reactores de uma central da empresa Tepco (Tokyo Electric Power Company).










































